Trabalhos de Conclusão de Curso
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Navegando Trabalhos de Conclusão de Curso por Orientador "Adami, Fernanda Scherer"
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- ItemAcesso AbertoAssociação do estado nutricional de pré-escolares com o tempo de aleitamento materno e estado nutricional dos pais(2017-01) Hergesell, Danieli; Conde, Simara Rufatto; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Objetivo: Analisar a associação entre o estado nutricional dos pré-escolares com o tempo de aleitamento materno e o estado nutricional de seus pais. Métodos: Estudo transversal quantitativo composto por 448 pré-escolares com idades entre 2 e 5 anos. Após a avaliação antropométrica de peso e altura, o estado nutricional dos pré-escolares foi classificado por meio do indicador IMC/gênero/idade. Os dados referentes ao aleitamento materno, alimentação complementar, peso e altura dos pais foram obtidos através de um questionário estruturado encaminhado aos mesmos. Resultados: Observou-se que crianças amamentadas apresentaram peso significativamente menor (p=0,029) e mães mais jovens (p=0,032) do que as crianças não amamentadas. Quanto menor o tempo de Aleitamento Materno Exclusivo (AME) maior o Índice de Massa Corporal (IMC) da criança (r=-0,112, p=0,023 e r=-0,117, p=0,018, respectivamente). O estado nutricional dos pais relacionou-se direta e significativamente com o do filho, quanto maior o IMC dos pais, maior também o IMC do filho (r=0,207 da mãe e r=0,271 do pai, p<0,001). Conclusão: Crianças que receberam aleitamento materno tinham mães mais novas e um peso menor do que aquelas que não foram amamentadas, apresentando uma associação inversa do tempo de AME com o IMC e o peso das crianças. O estado nutricional dos pais influenciou o estado nutricional dos filhos.
- ItemAcesso AbertoCálcio e vitamina D em adultos(2017-01) Martini, Bruna Amanda; Conde, Simara Rufatto; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Objetivo: Avaliar o consumo de cálcio e vitamina D dos pacientes atendidos no Ambulatório de Nutrição de um Universidade do Vale do Taquari do interior do Rio Grande do Sul. Métodos: Estudo transversal, quantitativo, onde foram avaliados 1.000 recordatórios alimentares, de pacientes na faixa etária de 20 a 59 anos. Para a obtenção dos resultados calculou-se média, desvio padrão, mediana e amplitude interquartil para as variáveis quantitativas, frequência absoluta e relativa para as variáveis qualitativas. Para a comparação da ingestão desses micronutrientes de acordo com a faixa etária foi utilizado o teste Anova com o teste de Tukey para as análises post-hoc, utilizando o pacote estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 20.0. Foram considerados significativos valores de p<0,05. Resultados: O consumo de cálcio e de vitamina D foi simétrico, apresentando 89,5% (n=895) de inadequação do consumo de vitamina D e 86,6% (n=866) de inadequação do consumo de cálcio abaixo da recomendação diária. Homens apresentaram ingestão significativamente maior de cálcio em comparação às mulheres (p<0,001), enquanto que o consumo de vitamina D não apresentou diferença significativa entre os gêneros (p=0,307). Conclusão: Verificou-se elevada inadequação quanto à ingestão de cálcio e vitamina D na população estudada.
- ItemAcesso AbertoParâmetros antropométricos e pressão arterial de crianças(2018-07-04) Christmann, Luiza; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Introdução: A epidemia de obesidade infantil complementam inúmeras complicações à saúde das crianças e, se não forem prognosticadas e tratadas corretamente, elas tendem a permanecer obesas na idade adulta, tornando-se mais vulneráveis ao desenvolver doenças cardiovasculares (3). A doença cardiovascular é uma doença progressiva que têm suas raízes nos primeiros anos de vida. A infância e a adolescência são fases importantes nesse processo, já que são épocas de mudanças biológicas no corpo humano. Aonde adotam padrões e comportamento independentes que influenciam os riscos dessas doenças(6) . Objetivo: Verificar a relação entre parâmetros antropométricos e pressão arterial com gênero e classificação da RCE (relação circunferência da cintura e estatura). Método: Trata-se de um estudo transversal, envolvendo 342 escolares com idade entre 6 a 11 anos de escolas do interior do Rio Grande do Sul. A coleta de dados ocorreu de março a novembro de 2014, aferindo peso, altura, pressão arterial sistólica e diastólica (PAS/PAD), circunferência da cintura (CC) e relação circunferência da cintura e estatura (RCE). Resultados: Do total de crianças avaliadas 54,4% eram do gênero feminino, 32,7% estavam em sobrepeso e 5% obesos pela classificação do IMC (Índice de massa corporal), 11,1% pré-hipertenso e 5% com HAS estagio 1, na classificação da PAS/PAD geral, 37,1% com CC elevada e 23,4% com RCE elevada. Conclusão: Conclui-se que a média de altura, peso, IMC, PAD, PAS, CC e RCE apresentaram-se significativamente superiores no gênero masculino. O sobrepeso e obesidade, pré-hipertensão e CC elevada foram associados significativamente à classificação de RCE elevada.
- ItemAcesso AbertoQualidade de vida, estado nutricional e risco de complicações metabólicas associadas à obesidade, em adultos e idosos(2018-09-18) Martinez, Bibiana Bünecker; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892A longevidade e o envelhecimento têm aumentado no Brasil e, tendo em vista as melhores condições de saúde, o desafio da população, vem sendo viver mais, com maior qualidade de vida (QV) e de forma mais saudável. Este estudo objetiva avaliar a QV de idosos e adultos e relacioná-la ao estado nutricional, renda, gênero e circunferência da cintura de adultos e idosos. Trata-se de um estudo transversal com 256 adultos e 720 idosos, de ambos os sexos, socialmente ativos, residentes em municípios do interior do Rio Grande do Sul, Brasil. Para avaliação da QV utilizou-se o questionário WHOQOL BREF e um questionário socioeconômico. O Índice de Massa Corporal (IMC) foi classificado conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS) para adultos e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) para idosos. A circunferência da cintura foi classificada conforme os parâmetros estabelecidos pela OMS. Os resultados demonstram que a QV média é de 72,0 (DP 8,5) e os melhores escores são do domínio social. 40,5% dos indivíduos possuem sobrepeso e obesidade. A maioria, 51,9% não apresentaram risco de desenvolvimento de complicações metabólicas associadas à obesidade.
- ItemAcesso AbertoRelação do consumo de alimentos com o estado nutricional e a síndrome metabólica em idosos(2021-06) Silva, Andressa Baumhardt Da; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Este estudo objetivou avaliar a relação do estado nutricional e síndrome metabólica (SM) com o consumo dos alimentos de idosos atendidos em um Ambulatório de Nutrição do Vale do Taquari, Rio Grande do Sul. Estudo quantitativo de corte transversal, realizado com 64 idosos atendidos pelo Sistema Único de Saúde em um ambulatório de nutrição. Verificou-se no Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), via sistema Tasy® os dados referentes ao primeiro recordatório alimentar de 24 horas registrado para avaliar os alimentos processados, ultraprocessados, sódio e potássio. Além dos dados de idade, sexo, da primeira avaliação de peso, altura, Índice de Massa Corporal, circunferência abdominal (CA) e circunferência do pescoço (CP), diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), níveis de Pressão Arterial (PA) e exames laboratoriais de glicemia de jejum, colesterol total, lipoproteína de alta densidade (High Density Lipoprotein – HDL) e triglicerídeos. Os resultados foram considerados significativos a um nível de significância máximo de 5% (p<0,05). Constatou-se que 90,6% (n=58) dos usuários apresentaram diagnóstico de HAS, 62,5% (n=40) de DM2 e 71,9% (n=46) de SM. Os resultados apontaram que a presença de SM foi significativamente associada ao sobrepeso/obesidade (p≤0,05). A CA adequada associou-se significativamente à classificação de baixo peso e a CA muito elevada ao sobrepeso/obesidade (p≤0,05). A CP elevada foi significativamente associada ao sobrepeso/obesidade (p≤0,05). Não se observou relação significativa entre a presença de SM em idosos e o consumo de processados (p=0,339) e ultraprocessados (p=0,560). Concluiu-se que a maioria dos idosos apresentou estado nutricional de sobrepeso/obesidade, CA classificada como muito elevada, CP elevada, HAS, DM2 e SM. Os idosos com sobrepeso/obesidade associaram-se a presença da SM, e a CA e CP aumentadas. Em relação ao consumo de alimentos com o estado nutricional e a SM não se observou associação significativa.
- ItemAcesso AbertoRelação do estado nutricional com a adequação do consumo de micronutrientes de gestantes de alto risco(2019-11) Moesch, Eveline Cristina; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Objetivo: Relacionar o estado nutricional e adequação do consumo de micronutrientes de gestantes de alto risco com a presença de diabetes mellitus tipo 2, diabetes mellitus gestacional, hipertensão arterial sistêmica e pré-eclampsia. Métodos: Estudo transversal, realizado a partir de dados antropométricos e do consumo alimentar dos prontuários de 254 gestantes de alto risco. O estado nutricional pré-gestacional foi classificado conforme a Organização Mundial da Saúde (1998) e o gestacional segundo Atalah (1997). Os micronutrientes foram calculados a partir do recordatório de 24 horas e classificados de acordo com as Dietary Reference Intakes (2019). Os resultados foram considerados significativos a um nível de significância máximo de 5% (p0,05). Resultados: A ingestão adequada de zinco (p=0,027) e consumo abaixo do recomendado de vitaminas B2 (p=0,011) e A (p=0,004), foram significativamente associadas com elevação da pressão arterial. O estado nutricional pré-gestacional e no último trimestre de gestação classificados como eutrofia e sobrepeso foram significativamente associadas à ausência de pressão arterial alterada (p≤0,01) e a obesidade associada à elevação da pressão arterial (p≤0,01). O estado nutricional pré-gestacional e ao final da gestação classificados como sobrepeso foram relacionados ao diabetes mellitus gestacional (p≤0,01). Conclusões: O estado nutricional pré-gestacional e ao final da gestação classificados como obesidade foi associado a elevações da pressão arterial ao consumo adequado de zinco, e abaixo do recomendado pelas Dietary Reference Intakes de vitaminas B2 e A. O sobrepeso pré-gestacional e no último trimestre gestacional foi significativamente associado à presença de diabetes mellitus gestacional.
- ItemAcesso AbertoRelação do estado nutricional da qualidade de vida com depressão em adultos e idosos(2018-08-08) Godoy, Aline Rodrigues; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Objetivo: Avaliar a relação da Qualidade de Vida (QV) com o estado nutricional, sexo e faixa etária de pacientes com e sem diagnósticos de depressão, atendidos em Unidades Básicas de Saúde de municípios do Vale do Taquari/RS. Metodologia: Trata-se de um estudo quantitativo transversal, com 79 usuários. Para determinar o escore de QV foi aplicado o questionário WHOQOL-BREF e um questionário estruturado para verificar a idade, renda, escolaridade e estado civil. A avaliação antropométrica contemplou peso, estatura, Índice de Massa Corporal, Circunferência da Cintura (CC) e Circunferência do Pescoço (CP). O diagnóstico de depressão foi realizado por psicólogas. O nível de significância máximo assumido foi 5% (p≤0,05), software utilizado para análise foi o SPSS versão 22.0. Foram utilizados teste Mann-whitney, análise de correlação de Pearson e teste qui-quadrado. Resultado: A maioria dos participantes apresentou obesidade (40,5%) e sobrepeso (29,1%). Os idosos demonstraram médias significativamente maiores no domínio ambiental (67,32), psíquico (65,60) e físico (61,94) e média não significativa no domínio social (73,57) em relação aos adultos. Os homens obtiveram médias superiores em todos domínios em relação às mulheres, com resultado significativo no domínio ambiental (p<0,01). Em relação ao estado nutricional, a magreza e eutrofia apresentaram melhores médias nos domínios, obtendo resultado significativo no domínio físico (p=0,015). A CC e CP não demonstraram relação significantes com os domínios de QV. Conclusão: A melhor percepção de QV foi observada nos homens, idosos e participantes sem diagnostico de depressão.
- ItemAcesso AbertoRelação entre consumo de macronutrientes e cafeína com o estado nutricional e composição corporal(2018-06-18) Hauschild, Suélen Daiane; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892Introdução: A cafeína aumenta a excitabilidade do sistema nervoso simpático ocasionando a eliminação da fome, aumento da saciedade e estimulação do gasto de energia, elevando a oxidação da gordura. Sua ação ocorre no metabolismo de gorduras e na perda de peso, sendo associada na redução do metabolismo da glicose e no aumento da mobilização de ácidos graxos. Objetivo: Relacionar o consumo de cafeína com indicadores antropométricos e dietéticos de adultos. Métodos: O estudo é do tipo transversal quantitativo retrospectivo, baseou-se em uma análise de 103 prontuários, entre o período de 2014 a 2016, que apresentaram registro sobre o consumo de cafeína, carboidrato, proteína, gordura total, gordura trans, gordura monoinsaturada, gordura poli-insaturada, gordura saturada, energia total, índice de massa corporal (IMC), % massa magra, % massa gorda, idade, peso e estatura, atendidos em um Ambulatório de Nutrição de uma Universidade, localizado no Rio Grande do Sul. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 13.0. O nível de significância adotado foi de 5% (p<0,05). Foram realizadas estatísticas descritivas e teste estatístico. Utilizou-se o coeficiente de correlação de Pearson e teste não-paramétrico Krukal-Wallis. Resultados: A média de idade dos adultos foi de 24,93 (±6,53). Neste estudo observou-se que quanto maior o consumo de cafeína, significativamente menor foram os % de gordura corporal encontrados (p=0,023). Quanto maior foi o consumo de carboidrato, proteína, calorias totais e cafeína (p≤0,01), significativamente maior foi o peso magro (p≤0,05). Enquanto que quanto maior foi o consumo da cafeína, menor foi o consumo carboidratos (r=-0,225, p≤0,05) e % de gordura corporal (r=- 0,224, p ≤0,05). Conclusão: O consumo de cafeína apresentou-se relacionado com a perda de % gordura corporal e com o menor consumo de carboidratos. Assim como o consumo de carboidratos, cafeína, proteína e calorias totais, associou-se com o aumento do peso magro.
- ItemAcesso AbertoRelação entre estado nutricional e nível de atividade física de professores e estudantes universitários(2024-12) Strada, Luíza Lettrari; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892; Vogel, Patricia; Conde, Simara RufattoO equilíbrio entre alimentação saudável e atividade física regular é essencial para a saúde e qualidade de vida, entretanto, a comunidade acadêmica enfrenta alguns desafios para adotar esse estilo de vida. Esse estudo objetivou associar o estado nutricional e o nível de atividade física ao consumo de água e álcool, sexo e idade de professores e estudantes universitários do Rio Grande do Sul. Estudo transversal composto por 331 professores e estudantes. A coleta de dados ocorreu através de questões sobre peso e altura autorreferidos, ingestão hídrica, consumo de álcool e nível de atividade física. O nível de atividade física conforme questionário validado International Physical Activity Questionnaire – IPAQ e o estado nutricional classificado conforme Organização Mundial da Saúde, 1995. Os resultados foram considerados significativos a um nível de significância máximo de 5%. Os estudantes associaram-se à magreza ou eutrofia e o sedentarismo ou nível de atividade física ativo intenso, enquanto os professores ao sobrepeso e nível ativo moderado (p≤0,01). O sexo feminino associou-se à magreza e eutrofia, enquanto o masculino ao sobrepeso e obesidade (p≤0,01). Indivíduos ativos intensos associaram-se à eutrofia e os ativos moderados, ao sobrepeso (p≤0,01). A baixa ingestão de água relacionou-se ao sedentarismo, enquanto o consumo de mais de 3 litros diários a atividade intensa (p≤0,01). Com este estudo conclui-se que é necessário promover hábitos saudáveis na população acadêmica, com o intuito de manter o estado nutricional e nível de atividade física adequado.
- ItemAcesso AbertoRelação entre o consumo de alimentos processados e ultraprocessados com o tempo de uso de meios eletrônicos e o estado nutricional de crianças: uma revisão bibliográfica(2020-07) Silva, Jessica Tibola Portella Da; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892O objetivo do atual estudo foi determinar a relação entre o consumo de alimentos processados e ultraprocessados e o tempo de uso de meios eletrônicos com o estado nutricional de crianças por meio de uma revisão bibliográfica. Para isso, foram analisados estudos científicos das bases de dados do PubMed, Lilacs, SciELO e Google Acadêmico, do período de 2014 a 2020. Para a busca foram usados os seguintes descritores e suas combinações na língua portuguesa: “consumo alimentar”, “mídia” “eletrônicos”, “estado nutricional” e “criança”. Preferencialmente, foram escolhidos os estudos que se caracterizavam como sendo quantitativos, de forma a garantir precisão de resultados, com menor probabilidade de erros na interpretação. Utilizaram-se 16 artigos, destes, 15 caracterizados como quantitativos e 01 de revisão bibliográfica. Concluiu-se que em alguns estudos o consumo dos alimentos processados e ultraprocessados demonstrou associação com excesso de peso em crianças, e outros estudos não. E que quanto maior o tempo de uso de meios eletrônicos, significativamente maior é o consumo destes alimentos. Percebeu-se que o tempo gasto pelas crianças em frente a meios midiáticos é acima do recomendado pelos órgãos de saúde, podendo acarretar riscos para a saúde como sedentarismo e excesso de peso. Se tornando necessário que sejam feitos mais estudos sobre o consumo desses alimentos com o uso de eletrônicos e a relação com o estado nutricional de crianças.
- ItemAcesso AbertoRisco de compulsão alimentar e o estado nutricional de universitários da área da saúde(2024-10-14) Griebeler, Luana; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892; Ce, Patricia Fassina; Bertani, Juliana Paula BruchA ingestão de grandes quantidades de alimentos sem controle em um período de até duas horas é conhecida como compulsão alimentar periódica (CAP). Os universitários, grupo mais vulnerável devido aos desequilíbrios emocionais advindos das atribuições acadêmicas, apresentam episódios frequentes de CAP. Essa pesquisa objetivou relacionar o risco de compulsão alimentar com o estado nutricional, nível de atividade física, faixa etária, consumo hídrico e de álcool diário de estudantes de estudantes da área da saúde de uma Instituição de Ensino Superior Comunitário do Rio Grande do Sul, Brasil. Estudo transversal composto por 218 universitários. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário que apresentava questões sociodemográficas, peso e altura autorreferidos e o Questionário Holandês de Frequência Alimentar, que avalia os estilos alimentares, classificado a partir da Escala de CAP para identificar indivíduos com ou sem compulsão alimentar. O estado nutricional foi classificado conforme Organização Mundial da Saúde, 1998.Os universitários com estado nutricional normal e valores inferiores de IMC associaram-se à ausência de risco de compulsão alimentar e os com obesidade e valores de IMC maiores associaram-se ao grave de risco de compulsão alimentar (p≤0,01). Já os com menos de 20 anos foram associados à magreza e os com mais de 35 anos a obesidade (p=0,024). As universitárias associaram-se ao estado nutricional normal, enquanto que os universitários à obesidade (p≤0,01). Espera-se que esta pesquisa sirva como subsídio para futuros estudos, auxiliando pesquisadores na investigação da prevalência do transtorno de compulsão alimentar entre estudantes universitários.
- ItemAcesso AbertoRisco de desenvolvimento de distúrbios alimentares associado a imagem corporal e estado nutricional de universitários(2024-12-05) Jantsch, Monique; Conde; Adami, Fernanda Scherer; http://lattes.cnpq.br/7273845233061892; Bertani, Juliana Paula Bruch; Conde, Simara RufattoOs universitários dão preferência aos alimentos ultraprocessados devido a suas intensas rotinas e a falta de tempo, causando alterações no comportamento alimentar, no estado nutricional e na percepção da imagem corporal, aumentando o risco de desenvolver distúrbios alimentares. O estudo objetivou relacionar a existência de riscos a distúrbios alimentares com o estado nutricional e a imagem corporal de universitários. Realizou-se um estudo transversal com 220 universitários de uma Universidade Comunitário do Rio Grande do Sul. Os estudantes responderam um questionário estruturado sobre sexo, idade, curso matriculado, peso e altura autoreferidos, a escala de Silhuetas, para avaliar a imagem corporal e o Eating Attitudes Test (EAT-26) para verificar a existência de riscos a distúrbios alimentares. O estado nutricional classificou-se segundo a Organização Mundial da Saúde. Os resultados foram considerados significativos a um nível de significância máximo de 5%. Observou-se que os participantes que demonstraram divergência entre a silhueta desejada e a atual associaram-se a presença de risco de distúrbios alimentares (p=0,029), e aqueles que desejavam a silhueta inferior a atual associaram-se a presença de risco de distúrbios alimentares (p≤0,01). Os universitários classificados com magreza, sobrepeso e obesidade apresentavam 4,2 vezes mais chances de apresentarem divergência na escolha da silhueta atual e desejável, em relação a um indivíduo eutrófico (p≤0,01). E as chances de um acadêmico não eutrófico demonstrar risco a distúrbios alimentares é 2,1 vezes maior do que um indivíduo eutrófico (p=0,022). Concluiu-se que o estado nutricional e a imagem corporal exercem influência no risco de desenvolvimento de distúrbios alimentares.