POLÍTICAS EDUCACIONAIS, PADRONIZAÇÃO DOCENTE E EMANCIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA
DOI:
https://doi.org/10.22410/issn.1983-0378.v46i2a2025.4100Palavras-chave:
Padronização docente, Formação de professores, Políticas públicas, NeoliberalismoResumo
O presente artigo discute como a padronização dos currículos da educação básica demonstra os efeitos das políticas neoliberais e da ênfase em competências voltadas para o mercado de trabalho, pautados na lógica dos currículos por competências. O objetivo central é analisar como a padronização docente interfere na intencionalidade pedagógica, perceber como as avaliações em larga escala e políticas governamentais engessam as práticas pedagógicas; e, por fim, refletir acerca dos desafios para uma educação emancipatória. Adotou-se uma abordagem qualitativa por meio de revisão bibliográfica, pois permite uma análise das fragilidades dos modelos técnico-instrumentais e da importância da formação política e continuada dos professores. A análise dos dados indica que a implementação da BNCC e da BNC-Formação reforça uma lógica empresarial, limitando a criatividade e a autonomia docente. Conclui-se que a superação desses obstáculos requer inovação e a humanização dos processos educativos, que são fundamentais para a promoção de cidadãos críticos e autônomos.
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