É comum as pessoas alegarem que o acento é desnecessário, uma vez que elas sabem que devem pronunciar “voCÊ, TÁxi, aQUI”. Precisamos lembrar, entretanto, que ninguém conhece todas as palavras da língua e, assim, quando estão diante de uma palavra não conhecida, ou de uma palavra que costuma ser pronunciada de forma diferente, somente a indicação do acento vai garantir a pronúncia exata. Observe, como exemplo, as palavras “avaro, rubrica, pudico”. É frequente ouvirmos as pronúncias “Avaro, RUbrica, PUdico” (como proparoxítonas). Porém, como elas não recebem acento gráfico, devem ser pronunciadas como paroxítonas: “aVAro, ruBRIca, puDIco”. Por aí se percebe e se justifica a importância do acento gráfico.
