Graduação

Exposição apresenta estudos desenvolvidos por estudantes de Arquitetura e Urbanismo em parceria com a Apae de Lajeado

Por Redação Univates

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Postado em: 22/04/2026, 09:29:58

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Atualizado em: 22/04/2026, 10:06:37

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Até o dia 4 de maio, a comunidade pode prestigiar uma exposição de trabalhos desenvolvidos por estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Taquari - Univates, por meio de uma parceria do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (Semeia Emau) com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Lajeado. A mostra, exposta no hall do Prédio 11, apresenta propostas para uma nova sede da entidade, considerando aspectos como funcionalidade, inclusão, inserção urbana e qualidade dos espaços.

Os trabalhos foram desenvolvidos no componente curricular "Atelier Vencer Complexidades", ministrado pela professora Jamile Maria da Silva Weizenmann. A iniciativa propôs aos estudantes  a imersão em um exercício projetual de maior complexidade, envolvendo estruturas especiais, inserção urbana e a articulação entre espaços construídos e abertos. A experiência proporcionou aos estudantes o enfrentamento de um desafio real, conectando teoria e prática por meio da extensão universitária.

Na abertura da exposição, representantes da Apae destacaram a relevância da iniciativa e a importância do diálogo entre Universidade e comunidade. Segundo a diretora da Apae, Ana Paula Rech, a troca de experiências contribui não apenas para a qualificação dos projetos, mas também para o fortalecimento de redes de colaboração no território. 

Para a docente responsável pelo componente curricular, a experiência reafirma o papel da universidade como agente de transformação social. “Mais do que um exercício projetual, trata-se de uma prática comprometida com a realidade, que mobiliza escuta, sensibilidade e responsabilidade”, destaca Jamile.

Para a estudante Caroline Mees, “participar do componente curricular Vencer Complexidades foi uma experiência diferente de tudo o que já tinha vivenciado na graduação. Trabalhar com a Apae trouxe um peso real ao projeto, pois não se tratava apenas de um exercício acadêmico, mas de uma proposta pensada para uma instituição existente, com pessoas reais, necessidades concretas e expectativas verdadeiras. Isso gerou, ao mesmo tempo, um senso maior de responsabilidade e envolvimento com cada decisão projetual”, conta.

A acadêmica explica que o maior desafio foi compreender a complexidade e transformar demandas diversas (educacionais, terapêuticas, sociais e afetivas) em uma arquitetura funcional, acessível e acolhedora.

Ao mesmo tempo, foi muito interessante perceber como a arquitetura pode atuar diretamente na qualidade de vida, no desenvolvimento e na inclusão das pessoas, indo além da forma e da estética. Trabalhar com a Apae ampliou meu olhar sobre o papel do arquiteto e tornou o processo mais humano, consciente e significativo.

Caroline Mees

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