AVALIAÇÃO DAS PRÁTICAS DE UTILIZAÇÃO EM JALECOS USADOS POR PROFISSIONAIS DA SAÚDE EM UM HOSPITAL LOCALIZADO NO INTERIOR DO RIO GRANDE DO SUL

Fernanda Daniela Lagemann, Mônica Jachetti Maciel

Resumo


Os profissionais da área da saúde estão em contato direto com agentes infecciosos. O jaleco é um dos principais equipamentos de proteção individual (EPI) para estes profissionais pois serve como uma barreira protetora, reduzindo assim, os riscos de transmissão de microrganismos. Por estar exposto a diferentes agentes infecciosos, o jaleco pode se tornar um potencial reservatório de bactérias e um veículo de transmissão de patógenos para o próprio profissional, para demais pacientes e ambientes hospitalares. Assim, o presente estudo teve por objetivo avaliar as práticas de utilização dos jalecos usados por profissionais da saúde em um hospital localizado no interior do Rio Grande do Sul. Foi aplicado um questionário para conhecer qual a conduta frente ao uso e higiene desta vestimenta, averiguando como é feita a limpeza e qual a frequência de troca do jaleco. Os resultados mostraram que apenas 7 (26,92%) dos 26 profissionais avaliados trocam o jaleco apenas uma vez na semana e 73% (19) dos entrevistados comentaram que a higienização é feita pelo empregador. Conclui-se que, há necessidade de conscientização dos profissionais sobre o uso e manuseio adequado do uniforme, ressaltando a ameaça que é utilizar o jaleco em refeitórios, além de, incentivar a troca do uniforme com maior frequência, para assim garantir um atendimento de qualidade e seguro para os profissionais e pacientes.

Palavras-chave


Vestimenta. Higiene. Contaminação cruzada. Infecção hospitalar. Avental.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22410/issn.1983-036X.v29i1a2022.2981

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