Notícias

10 de maio de 2017 | imprensa@univates.br

Projeto da Univates busca melhorar qualidade de vida de idosos

- Ana Amélia Ritt 1/13
Com o objetivo de ajudar idosos no processo de envelhecimento e melhorar sua qualidade de vida, a Univates realiza o projeto de extensão Ações Sociais e de Saúde em Gerontologia. A atividade, em parceria com o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Lajeado, avalia o perfil dos idosos do município, analisa os resultados e planeja oficinas que abordem o que precisa ser desenvolvido. O segundo encontro da parte de avaliação ocorreu nesta quarta-feira, dia 10, e segue até o final do mês de maio.
 
Desde 2014, o projeto atendeu mais de 400 idosos da região. “Quem envelhece não tem real compreensão desse processo. Buscamos instruir os idosos e apontar hábitos para que esse envelhecimento não seja acelerado, para qualificar o dia a dia deles, mudar estilos de vida a fim de retardar algumas questões do envelhecimento, como a memória”, explica a professora coordenadora do projeto, Alessandra Brod. Ana Camila da Silveira Vaz, de 76 anos, é moradora do Bairro Santo Antônio e participante do Cras desde a fundação. “Isso é muito bom, porque a gente precisa de uma orientação de quem entende mais que nós”, afirma.
 
Quem também participa desse processo são estudantes da Univates. Uma turma multidisciplinar – acadêmicas de Nutrição, Fisioterapia e Odontologia – analisa os dados recolhidos e escuta as sugestões dos participantes para, no decorrer do ano, montar oficinas específicas. Saliana Grando está no primeiro semestre de Odontologia e é voluntária do projeto. A jovem destaca que optou por participar dos encontros pois gosta de trabalhar com pessoas. “Nunca tinha participado de um voluntariado antes, é uma experiência nova em que a gente ensina na mesma medida em que aprende, é uma troca”, afirma. Também do primeiro semestre, Alana Prass, estudante de Fisioterapia, enfatiza a importância do contato interpessoal desde o início da graduação. “Isso me ajuda a conhecer as diversas áreas da Fisioterapia e ver se é realmente isso que eu quero. Está sendo muito bom, os idosos conversam com a gente, contam histórias...”, comenta enfatizando o contato com os participantes.
 
Texto: Ana Amélia Ritt

Notícias Relacionadas